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Por Adm
Adaptação alimentar em ruminantes
Adaptação alimentar em ruminantes

A Adaptação nos ruminantes consiste principalmente em fazer a troca da microbiota ruminal e intestinal sem impactas alterações, neste conjunto de microorganismos podemos encontrar as bactérias, leveduras, fungos, protozoários, entre outros, que juntos promovem uma simbiose, isto é, diversos benefícios e vida aos ruminantes.

Uma troca drástica de ração e alimentos pode causar muitos problemas, como alterar o ph ruminal, levando uma alteração destes microrganismos, acarretando ao animal: diarréias, perdas de produção, emagrecimento, acidoses subclínicas entre outros problemas graves.

Quando ocorrer a troca por “concentrados” sem adaptação, além de todos os problemas citados anteriormente, pode ocorrer uma intoxicação animal. Nestes produtos possuem uréia, prébioticos, leveduras, que possuem grandes benefícios quando adaptados corretamente, porém quando não feito corretamente pode causar sérios riscos a saúde.

A adaptação deve ser de 10 dias, alterando sempre a porcentagem dos alimentos a cada dois dias, iniciando 20% produto novo e 80% produto antigo, após dois dias, 40% novo produto e 60% antigo, seguindo sucessivamente até chegar à quantidade de 80% do novo e 20% antigo e finalizando a adaptação.

Na adaptação do “Concentrado Grão Inteiro Sperafico”, o interessante é estender este tempo para 15 dias, pois o mesmo, é um produto muito “Concentrado”, e que causa maiores alterações metabólicas, o fibra à vontade nesta fase é ideal. Com esse alimento ocorre um grande aumento do hormônio chamado insulina, que é consequentemente um dos responsáveis por uma grande produção e conversão alimentar. 

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